sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Tragédia de Santa Maria/RS

Mais um início de ano em que uma tragédia assolou o País. Relembremos aqui tragédias recentes, como a de Angra dos Reis/RJ, de Teresópolis/RJ, e do Prédio que desabou no Centro do Rio de Janeiro. Em tais tragédias, vislumbra-se um problema crônico dos serviços públicos estatais (principalmente nas esferas municipais e estaduais), que tem por competência à concessão do exercício de certas atividades e da fiscalização.

Em todos os casos, com menor ou maior gravidade, estão envolvidos atos omissivos ou comissivos do poder público em conceder o exercício de certas atividades ou de fiscalizar. Porém, na apuração dos fatos, o que vemos é a busca da punição apenas dos culpados imediatos dos fatos, sem cogitar a busca pelos responsáveis do Estado que concederam ou deixaram de exercer seu papel fiscalizador.

A assunção de erros pelo poder público é rara, só se busca punir, quando por iniciativas individuais das vítimas, mesmo assim tais atos levam anos no Poder Judiciário para serem julgados, quando o são.

Porém, uma coisa tenho certeza que a justiça de Deus não tarda, e como diz as Escrituras Sagradas na Carta de Paulo ao Romanos, Capítulo 1, versículo 18: “Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça.”

Por isso, também nosso Espírito geme pela volta do Redentor (Jesus Cristo), pois assim teremos a verdadeira justiça, àquela referida na Segunda Carta de Pedro, Capítulo 3, versículo 13, “ Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça.”(grifo nosso)

Tragédia de Santa Maria/RS

Mais um início de ano em que uma tragédia assolou o País. Relembremos aqui tragédias recentes, como a de Angra dos Reis/RJ, de Teresópolis/RJ, e do Prédio que desabou no Centro do Rio de Janeiro. Em tais tragédias, vislumbra-se um problema crônico dos serviços públicos estatais (principalmente nas esferas municipais e estaduais), que tem por competência à concessão do exercício de certas atividades e da fiscalização.

Em todos os casos, com menor ou maior gravidade, estão envolvidos atos omissivos ou comissivos do poder público em conceder o exercício de certas atividades ou de fiscalizar. Porém, na apuração dos fatos, o que vemos é a busca da punição apenas dos culpados imediatos dos fatos, sem cogitar a busca pelos responsáveis do Estado que concederam ou deixaram de exercer seu papel fiscalizador.

A assunção de erros pelo poder público é rara, só se busca punir, quando por iniciativas individuais das vítimas, mesmo assim tais atos levam anos no Poder Judiciário para serem julgados, quando o são.

Porém, uma coisa tenho certeza que a justiça de Deus não tarda, e como diz as Escrituras Sagradas na Carta de Paulo ao Romanos, Capítulo 1, versículo 18: “Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça.”

Por isso, também nosso Espírito geme pela volta do Redentor (Jesus Cristo), pois assim teremos a verdadeira justiça, àquela referida na Segunda Carta de Pedro, Capítulo 3, versículo 13, “ Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça.”(grifo nosso)

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Questão de Visão


As mudanças são necessárias em qualquer organização, caso ela queira crescer e se desenvolver para ultrapassar fronteiras além da visão restrita de alguns de seus administradores. Atuo a bastante tempo em uma organização que vem crescendo nos conceitos, onde o trabalho é visto como um meio de chegar aos fins, e o estabelecimento de objetivos visa alcançar um grau de excelência determinada.

Seres visionários são raros. A organização na qual eu trabalho cresceu, devido à visão de um homem que entendia as relevantes atribuições do órgão, e ousou em alargar as fronteiras, dando visibilidade à sociedade das atribuições que deveriam ser realizadas.

A humanidade está repleta de exemplos de homens e mulheres visionários, que ousaram em seu tempo. No entanto, existiu um homem cuja missão e visão continua a produzir frutos até os dias de hoje. Esse homem, com apenas 12 seguidores e 3 anos de ministério alargou sua visão ao mundo, no qual permanece  produzindo frutos.

Se você quer fazer parte também desses seres visionários, deve entregar-se totalmente àquele que deu sua vida em prol de muitos, numa visão de amor a todos indistintamente. Esse homem enxergava além de seu tempo. Graças a Ele, podemos nos regozijar, pois Ele prometeu que voltaria, para levar o seu povo. Essa é a nossa fé e esperança, de estar junto com Ele na eternidade.

Você o conhece? Se ainda não, alegre-se, pois ainda é tempo. Peça a ele pra fazer parte do seu dia a dia, da seguinte forma:

Senhor Jesus,
Reconheço sua autoridade sobre mim. Arrependo-me por ter ficado tão distante do teu amor e te recebo como Único Senhor e Salvador da minha vida. Em teu nome orarei ao Pai, daqui em diante, e até o fim de meus dias, rejeitando toda obra das trevas e todo principado e potestade que não provém de ti. Amém.

Questão de Visão


As mudanças são necessárias em qualquer organização, caso ela queira crescer e se desenvolver para ultrapassar fronteiras além da visão restrita de alguns de seus administradores. Atuo a bastante tempo em uma organização que vem crescendo nos conceitos, onde o trabalho é visto como um meio de chegar aos fins, e o estabelecimento de objetivos visa alcançar um grau de excelência determinada.

Seres visionários são raros. A organização na qual eu trabalho cresceu, devido à visão de um homem que entendia as relevantes atribuições do órgão, e ousou em alargar as fronteiras, dando visibilidade à sociedade das atribuições que deveriam ser realizadas.

A humanidade está repleta de exemplos de homens e mulheres visionários, que ousaram em seu tempo. No entanto, existiu um homem cuja missão e visão continua a produzir frutos até os dias de hoje. Esse homem, com apenas 12 seguidores e 3 anos de ministério alargou sua visão ao mundo, no qual permanece  produzindo frutos.

Se você quer fazer parte também desses seres visionários, deve entregar-se totalmente àquele que deu sua vida em prol de muitos, numa visão de amor a todos indistintamente. Esse homem enxergava além de seu tempo. Graças a Ele, podemos nos regozijar, pois Ele prometeu que voltaria, para levar o seu povo. Essa é a nossa fé e esperança, de estar junto com Ele na eternidade.

Você o conhece? Se ainda não, alegre-se, pois ainda é tempo. Peça a ele pra fazer parte do seu dia a dia, da seguinte forma:

Senhor Jesus,
Reconheço sua autoridade sobre mim. Arrependo-me por ter ficado tão distante do teu amor e te recebo como Único Senhor e Salvador da minha vida. Em teu nome orarei ao Pai, daqui em diante, e até o fim de meus dias, rejeitando toda obra das trevas e todo principado e potestade que não provém de ti. Amém.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Exemplos ruins


São vários os exemplos de pessoas ilustres que perderam a vida precocemente. Mais uma vez artistas renomados perdem a vida cedo por não conseguirem se reger com equilíbrio em seus atos.

O pior de tudo isso, é que as pessoas e a mídia em geral continuam endeusando esses indivíduos que não legaram exemplos a serem seguidos. Não amar a vida vivendo desregradamente, induz à pergunta: Será que vale a pena ter tudo nesse mundo sem valorizar o bem mais precioso que o Pai nos deu?

Realmente, a cegueira impera nesse mundo. O legado que essas pessoas deixam, pra mim, não são exemplos bons, apesar de Deus os terem dotado de dons maravilhosos eles desperdiçaram, manchando as suas histórias. É muito triste....lamentável.

Exemplos ruins


São vários os exemplos de pessoas ilustres que perderam a vida precocemente. Mais uma vez artistas renomados perdem a vida cedo por não conseguirem se reger com equilíbrio em seus atos.

O pior de tudo isso, é que as pessoas e a mídia em geral continuam endeusando esses indivíduos que não legaram exemplos a serem seguidos. Não amar a vida vivendo desregradamente, induz à pergunta: Será que vale a pena ter tudo nesse mundo sem valorizar o bem mais precioso que o Pai nos deu?

Realmente, a cegueira impera nesse mundo. O legado que essas pessoas deixam, pra mim, não são exemplos bons, apesar de Deus os terem dotado de dons maravilhosos eles desperdiçaram, manchando as suas histórias. É muito triste....lamentável.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Casamento Real



O mundo parou para assistir o casamento de um membro da realeza britânica com uma “plebeia”. Histórias de amor como essa estão estampadas nos livros de literatura infantis no gênero literário chamado conto, pois são estórias que fogem à realidade da maioria da população e ficam apenas no imaginário popular.

O interesse por estas histórias são do imaginário infantil, porém continuam a repercutir na vida adulta de muitas pessoas que veem neste fato a concretização de sonhos inatingíveis. Mas eu me refiro a este fato com o fim de fazer um paralelo entre as histórias reais e estórias do imaginário popular, onde muitos ainda vivem atrás de concretizar sonhos fantasiosos e não atentam para histórias verdadeiras confirmadas por diversas testemunhas. 


O fato a que me refiro é a segunda vinda do Filho de Deus ao mundo, fato este que será o segundo maior acontecimento da humanidade, mas que ainda é tratado com uma história fantasiosa. Muitos vivem alheios a este fato ou dão pouca importância, ignorando a vinda, a morte, a ressurreição, e a ascensão de Jesus aos céus.


Na parábola das 10 virgens descrita na Bíblia, Jesus falou sobre aquelas pessoas que estão preparadas para a sua volta e daquelas que estão adormecidas e não veem os acontecimentos e serão deixados para trás. Jesus disse que voltaria para a sua noiva, mais muitos ainda vivem buscando acreditar e satisfazer fantasias de infância. 

E você que está lendo este texto, em qual destas histórias prefere acreditar? No verdadeiro casamento que será realizado ou em contos de fadas que podem ou não se realizar?

Desacreditar para conquistar.

A política hoje é a de desacreditar qualquer pessoa ou instituição a fim de dar vazão a sanha do poder pelo poder. Vivemos épocas difíceis...